quinta-feira, setembro 26, 2002

Oh, yes, darl'. The yellow brick road never dies.

quarta-feira, setembro 25, 2002

[ Last Days On Earth ]

Dorothy é uma farsa.
Na verdade, ela diz que não há melhor lugar do que nosso lar porque está fodida. Ela preferiria zilhões de vezes ficar em St-Tropez, curtindo o sol, o mar, Mme. Bardot e o sotaque francês. Nosso lar? Nosso lar o cacete.
Dorothy não é boazinha. Dorothy mandou o homem de lata, o leão covarde e o espantalho se foderem, mandou todos se foderem, uns aos outros, e de novo, e de novo. Ora, que se foda.

O mundo não é bonitinho. Você não é nenhuma Pollyana para precisar que te digam isso.
Deixa a Dorothy ir embora. Deixa. Ela não volta mais.

O caminho continua ali. Lindo. Mas a Dorothy se foi, acostume-se. Ela está na França, se esbaldando horrores, e liga todos os dias para Flavia Fernanda para avisá-la que está tudo bem, está tudo bem, "essa praia continua divina, e o suflê de Margô ainda é o melhor do mundo".

Você não sabe quem é Flavia Fernanda?

Heh.
É uma longa história...

terça-feira, agosto 06, 2002

Ei, psiu. Você, que entrou sem querer. Eu já tô quase voltando. Só mais um minuto, tá? Eu só tô chamando uns amigos meus.

segunda-feira, julho 15, 2002

Não, baiana, não é porque está na moda acabar com os blogs. É falta de saco mesmo. Passou. Eu tenho vontade de escrever de vez em quando, mas é algo diferente do que fiz por aqui até agora. Tenho necessidade de escrever de outro jeito. Tenho necessidade de escrever sobre outras coisas.
Eu poderia contar pra vocês, por exemplo, como a Ressucitame tava cheia de gente uó. Ou como dói ser feio. Ou como a minha barriga está crescendo. Ou como estou com raiva de um webdesigner que desapareceu e deixou o layout do site que eu trabalho ao léu. Ou como eu só tenho sono e vontade de comer e beber. E por isso talvez minha barriga esteja crescendo.

Mas de repente isso parece muito inútil. Vocês realmente tinham saco de ler sobre essas coisas?

Aguardem. Algo me diz que, se eu insistir um pouco, teremos móveis deliciosamente prazeirosos para você.

Por enquanto... até logo.

Oh.
Esse blog está com os dias contados.

terça-feira, julho 09, 2002

CARA! Eu só tenho um e-mail na minha caixa postal!!! NEM OS SPAMMERS TÃO TRABALHANDO HOJE!
Why should I??? Porra.

Ontem foi bem ridículo. Eu e a Tatá fomos no Terra Madre Café fazer um carão básico. Aí a gente tava lá, conversando sobre um monte de coisas e trocando alguns bas-fonds (porque a gente troca bas-fonds e não figurinhas), quando o meu celular cai do andar de cima e se espatifa lá embaixo, onde fica a loja. Sei que a bateria dele ainda não foi encontrada (!!!), vão me ligar quarta-feira, pra ver se a faxineira acha. Vê se pode. Eu fiquei desacreditado, muito passado. Tipo, encontramos o tecladinho, a capinha e o resto, só a bateria que sumiu (sim, ele se separou, foi uma parte para cada lado).

Eu me lembrei de algumas coisas.

:: o menino que comia caquinha de nariz e chamava Igor era sempre o vilão nas nossas brincadeiras de Changeman. Óbvio. Se ele comia caquinha de nariz, como a gente poderia deixá-lo ser um dos cinco bonzinhos???
:: preciso comprar coisinhas para beber. E papel higiênico.
:: semana que vem já é o São Paulo Fashion Week. Provavelmente eu me transformarei numa pessoa horrível.
:: faz mais de uma semana que eu não como carne. Eu não fiquei doente, não fiquei mais fraco e o meu cocô não ficou mais mole.
:: pior que escrever um blog é fazer críticas sobre blog. Críticas sobre blogs me dão sono. Como se blogs fossem uma coisa para ser realmente levada muito a sério.
:: eu quero vários CDs de sambinhas. Isso não deve ser normal.
:: eu também quero todos os CDs do The Cure. Tipo deu vontade.
:: eu ainda não sei pra quem eu estou torcendo no Fama. Acho que é pra Danny, mas eu não tenho certeza.
:: ainda quero uma tatuagem. Mas dizem que no frio a gente sente mais dor.


A fofa da Kaori que me mandou.

segunda-feira, julho 08, 2002

Ontem rolou Lôca, né?
Meu, Piscinão de Ramos. Tava meio inferno, quente e cheio de demônios.
No fim das contas, até que valeu a pena porque conversei com pessoas legais e tal. Mas preferia ter conversado com essas pessoas em casa, ou no Pedaço de Pizza, sei lá.

Até o Otávio Mesquita e a Janaína Barbosa estavam no Grind. E tava mais caro.
E o meu saco ficou bem pesado.

Eu tô sem paciência de escrever aqui. Deu pra perceber?

sábado, julho 06, 2002


Tô bonita?
Nãããão, tá baiana!

O AMOR E O PODER

A música na sombra
O ritmo no ar
Um animal que ronda
No véu do luar

Eu saio pelos cantos
Eu rolo pelo chão
Feito um amor que queima
Magia negra , sedução

Como uma deusa
Você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam ao além

Aqui nesse lugar
Não há rainha ou rei
Há uma mulher e um homem
Trocando sonhos fora da lei

Como uma deusa
Você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam ao além
Tão perto das lendas
Tão longe do fim
A fim de dividir
Do fundo so prazer
O amor e o poder

Se a Haydee não for na festa, ela vai apanhar!

E o que eu ia dizer mesmo?

Ai, menino, é só eu colocar um kilt que eu vou ficando fútil e meio lesado.

...

Of course he´s sexy. He´s a German.
Of course she´s precocious, she´s a German.


...

Que tesão a Vanessa Jackson ganhar, né??? Merecidíssimo.

...

Mas tesão mesmo é ver a Mari Sampaio derrubando cadeira e sair fazendo a fina. Cantando Daniela Mercury.
Eu queria ter uma coluna social só pra publicar fotos de Mari e Gabriela fumando. bebendo e se acabando com umas legendas do tipo Irmãs Sampaio se divertem com a discotecagem da festa de ontem. Não ia ser tudo?

E o show do Le Sucettes?
É bom, né? Que delícia.
Mas se virar tendência, tô fora.


É aí que eu também vou tocar, apesar de meu nome não estar no flyer. Organizadores incompetentes. Humpft.

[ Rua dos Bororós ]

É engraçado reencontrar lugares. Eu não me lembro de ter tido essa sensação outras vezes.

Quando eu era pequeno eu adorava escrever. O meu pai tinha uma máquina de escrever elétrica, e aquilo pra mim era um sonho. Eu passava horas e horas escrevendo milhares de coisas, e fazendo um monte de livrinhos e histórias em quadrinhos e poemas...
Tinha uma história que eu escrevi que era muito bonita. Eu me lembro de que ela se passava na Rua dos Bororós, e que tinha um velhinho bem velhinho na história, que morava no número 21. E que os bororós que moravam na Rua dos Bororós eram bobalhões.

Hoje eu fui na Condessa de São Joaquim para uma reunião do site e me espantei ao descobrir que a Rua dos Bororós é paralela à Condessa de São Joaquim. Eu nem lembrava mais dessa rua! Foi incrível. E o melhor é que existe mesmo um número 21, é uma casinha linda de tudo, toda pintadinha. Fofa.
A Rua dos Bororós ficava do lado do escritório que o meu pai trabalhava. Então essas pequenas lembranças desencadearam em várias outras. Eu passei na frente da cantina onde meu pai me levava, e eu ficava encantado com o macarrão que era feito lá mesmo e todos aqueles italianos gritando e aquelas conversas de política e empresas e etc.
Engraçado. Você vê, eu era muito mais próximo ao meu pai do que eu imaginava.

Aquele vinho é um doce veneno.

Right, then. Faz tempo que eu não atualizo isso aqui, né? É que tem um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo. O Rick está hospedado aqui em casa e amanhã eu vou tocar no Internet Point com o Gutierrez e eu tô trabalhando e eu tenho que fazer comida e sair e receber pessoas em casa...